da Redação
11 maio 2026
A chefe da diplomacia do bloco, Kaja Kallas, afirmou em uma postagem nas redes sociais após uma reunião em Bruxelas dos ministros das Relações Exteriores que extremismo e violência devem ter consequências. “Já era hora de passarmos do impasse à entrega de resultados”, disse ela.
O grupo não endossou medidas ainda mais duras defendidas por alguns governos europeus e não divulgou imediatamente detalhes das novas ações, mas o ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Noel Barrot, disse que os ministros decidiram sancionar líderes do Hamas e tanto líderes quanto organizações do movimento de colonos israelenses na Cisjordânia.
Palestinos, grupos de direitos humanos e observadores internacionais vêm alertando cada vez mais para o agravamento da violência na Cisjordânia, onde jovens palestinos têm sido mortos com frequência crescente, em meio a um clima mais amplo de incêndios criminosos, vandalismo e deslocamento de comunidades agrícolas perto de assentamentos e postos avançados na Cisjordânia ocupada.
Pelo menos 40 palestinos foram mortos desde o início do ano, segundo o Escritório da Organização das Nações Unidas (ONU) para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA), incluindo um recorde de 11 mortos por colonos – dois a mais do que em todo o ano de 2025.
A votação unânime da UE é um sinal das possibilidades políticas abertas pela queda, no mês passado, do primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán após 16 anos no poder em Budapeste. Apoio firme do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, Orbán havia vetado repetidamente tentativas anteriores de sancionar colonos israelenses por ações na Cisjordânia.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
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